CTIL avalia instituições faltosas

Membros e o secretário do CBHLSJ na reunião da CTIL. (Foto: Dulce Tupy)

Membros e o secretário do CBHLSJ na reunião da CTIL. (Foto: Dulce Tupy)

A 5ª reunião da Câmara Técnica Institucional Legal (CTIL), em 27 de julho, não teve quórum, mas mesmo assim os membros do Comitê de Bacia Lagos São João presentes fizeram um apanhado das instituições faltosas e ficou decidido que as mesmas deverão receber uma carta, citando o regimento e prazo para manifestação, caso contrário serão substituídas. Estiveram presentes Gilmar Jacob, da Associação de Empresas Produtoras de Areia de Silva Jardim (Apareia), Silval Lima, da Associação dos Aquicultores das Águas do São João (ALA Foz São João), Edna Calheiros, da Associação das Mulheres Empreendedoras Acontecendo em Saquarema (AMEAS), Sylvana Moreira, da ONG Arte por Arte Brasil, Vivian Alves, da Prolagos, a jornalista Dulce Tupy, editora do jornal Voz das Águas, o assessor jurídico Fábio Rigueira e o coordenador administrativo do CILSJ, Artur Andrade, além do coordenador da CTIL, Jaime Azulay, engenheiro da Cedae e a secretária Dalva Mansur, do IPEDS.

Na ocasião houve também um debate sobre a proposta de mudança do Regimento Interno do CBHLSJ, que deverá ser apresentada na próxima reunião. E foi discutida a distribuição do jornal Voz das Águas, edição 08, de março e abril, que não foi postada integralmente no Correio, pois restaram mais de 700 exemplares da mala direta de 1.254 feita pela Tupy Comunicações. Oportunamente foi discutido o envio da edição 09, de maio e junho, do jornal do CBHLSJ, que até aquela data ainda não tinham sido enviados, apesar destas edições terem sido fartamente distribuídas nos municípios da bacia e em vários eventos da Rio+20.

Por determinação do coordenador da CTIL, Jaime Azulay, com a concordância de todos os presentes, a postagem dos exemplares dos jornais será retomada, como habitualmente. Foi feita também a leitura do cadastro de usuários da bacia, que deverá ser revisto por um grupo de trabalho. E, finalmente, foi aprovado um modelo de projeto baseado no modelo da FAPERJ.

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